Mostrando postagens com marcador Pré - Vestibular - Atualidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pré - Vestibular - Atualidades. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Australia

Gabarito


1)Unicamp

a) Micronésia, Melanésia e Polinésia

b) O relevo australiano é pouco acidentado e muito desgastado pela erosão podendo ser dividido em cordilheira australiana, planicies Centrais e Planaltos do oeste

c) Clima Tropical na Zona Norte

Chuvas concetradas no verão efeitos da Monção

NA ZONA Sul - as chuvas concetram no inverno predominando o clima temperado mediterrâneo


Ufsm 2010 – Questões corretas:

1 4 8

8)c

9)e

10)d

11)e

terça-feira, 8 de setembro de 2009

30 anos ANISTIA - FOLHA DE SÃO PAULO 2009

23/08/2009 - 07h02

Lei de Anistia completa 30 anos, divide opiniões e é questionada na Justiça

Ainda polêmica, a Lei de Anistia completa 30 anos na próxima sexta-feira. A medida é questionada judicialmente e alvo de opiniões divergentes que a classificam entre um marco definitivo para o fim da ditadura no Brasil e uma lei feita sob medida para proteger os torturadores.

O movimento que levou ao projeto e à sanção da Lei de Anistia começou logo após a instituição do regime militar, em 1964. No início, apenas intelectuais e lideranças políticas que tiveram seus direitos cassados faziam parte do movimento. Depois, a proposta ganhou a sociedade conforme aumentava a repressão por parte da ditadura.

No final da década de 70, sob forte pressão popular e já em processo de liberalização, o então presidente general João Baptista Figueiredo encaminhou o projeto de lei ao Congresso, que o aprovou. A lei foi sancionada no dia 28 de agosto de 1979.

No entanto, a lei tida por alguns setores como "ampla, geral e irrestrita" recebeu várias críticas dos movimentos sociais que lutavam pela redemocratização do país e hoje é considerada por pesquisadores como uma lei feita para atender aos interesses do regime militar.

Entre os pontos mais criticados da lei estão a exclusão de pessoas condenadas por crimes como terrorismo, assalto, sequestro e atentado pessoal e a não previsão de pagamento de indenizações às vítimas do regime.

Algumas dessas reivindicações foram atendidas em leis posteriores, como a 9.140, conhecida como Lei dos Desaparecidos, aprovada em dezembro de 1995, que determinou o fornecimento de atestados de óbitos a desaparecidos políticos.

A reparação econômica, no entanto, só foi garantida mais de 20 anos depois da Lei de Anistia, com a aprovação da Lei 10.559, em 2002.


Atualmente, a lei é questionada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no STF (Supremo Tribunal Federal). Trinta anos depois, o STF deverá decidir, ao analisar a ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), se a lei anistiou ou não responsáveis por crimes de tortura, sequestro e homicídio.

Antecedentes

De acordo com o estudo feito pela pesquisadora Glenda Mezarobba para sua dissertação de mestrado na USP (Universidade de São Paulo), o regime autoritário, instalado em 1964, vivia no final da década de 70, após uma fase bastante repressora, um período de lenta abertura.

A autora cita a análise de vários autores, entre eles os sociólogos Fernando Henrique Cardoso e Florestan Fernandes, segundo os quais os verdadeiros objetivos da mudança era atingir a normalização institucional, ou seja, liberalizar o regime não para superar a ordem autoritária, mas sim para institucionalizá-la.

No entanto, quanto mais o processo de liberalização progredia, aumentava a força das manifestações populares que pediam a anistia e a volta da democracia.

Aos poucos, as denúncias de casos de abuso dos direitos humanos, abafadas no início do período ditatorial, foram tomando a sociedade. Denúncias de assassinatos, como o caso do jornalista Vladimir Herzog, reforçam a luta por respeito aos direitos humanos, democracia e anistia aos perseguidos políticos.

Segundo Glenda, o ano de 1977 foi marcado por manifestações estudantis em protesto contra prisões e tortura de presos políticos, que se transformaram também em manifestações pela anistia, como os "Dias Nacionais de Protesto e Luta pela Anistia" e "Comitês Primeiro de Maio pela Anistia".

Em 1978, com a fundação no Rio de Janeiro do CBA (Comitê Brasileiro pela Anistia), a discussão se ampliou. A participação de entidades como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) intensificou o debate. Greves de fome de presos políticos, noites de vigília e atos públicos foram realizadas em várias capitais do país.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

UEBA! SAIU A BOLSA FAMÍLIA DO SARNEY - JOSÉ SIMÃO 25/07 FOLHA DE SÃO PAULO

SE VOCÊ ESTÁ ASSIM COMO EU PERPLEXA AO VER NOSSO SENADO, LEIA O TEXTO ABAIXO PUBLICADO NA FOLHA DE SÃO PAULO POR JOSÉ SIMÃO.
simao@uol.com.br



BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta!
"Mortalidade de jovens no Brasil é causada em sua maioria por armas de fogo", diz o pesquisador Inácio CANO! Rarará! E adivinha o nome do advogado do Sarney? Eduardo FERRÃO! E a dona Marly Sarney caiu e fraturou o ombro. Com todo respeito, não era ela que era pra cair. Caiu a pessoa errada! Tão puxando o tapete do Sarney e quem cai é a dona Marly? Isso que é amor: "Deixa que eu caio por você!".
Pior um amigo meu que se casou, mudou pra casa da mulher e descobriu que ela tava devendo seis meses de condomínio. Rarará! E essa: "Rubinho esbanja otimismo e diz que terá novidades na corrida de domingo!". Sabe qual será a novidade? Vai chegar em TERCEIRO! Rarará!
E essa não entendi: "Brasil reduz de 34 para 29 as mortes por gripe suína". Cinco ressuscitaram, é isso?! E se o Sarney, vulgo Moribundo de Fogo, tivesse Twitter, ele não teria seguidores, teria perseguidores! Vamos privatizar a família do Sarney! E o Sarney virou obsessão nacional. Eu baixo os meus e-mails e vêm dezenas: Sarney Sarney, Sarney! E diz que o próximo livro do Sarney vem todo entre PARÊNTESES! Rarará. Agora só escrevo entre parênteses! E sabe por que a loira só vai no ginecologista em grupo? Porque tava pendurado na porta do consultório: só atendo de nove a 17! Rarará!
E o Lula vai trocar o Bolsa Família pela Bolsa Família do Sarney! E, falando em bolsa, vocês estão acompanhando as bolsas da Dilma? Tá cada dia com uma bolsa mais chique. Ela usa bolsa Hermès. O Lula vai ter que criar o programa Bolsa da Dilma!
E buemba! Sarney aceita renunciar: "Eu só renuncio se o meu filho ficar na minha vaga!". Rarará! E a escritura do Maranhão. E eu adoro contagem dos atos secretos. Atos secretos já são só 511. Claro, cada ato divulgado deixa de ser secreto! Rarará! É mole? É mole, mas sobe! Ou, como disse o outro: é mole, mas trisca pra ver o que acontece!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heroica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Rio Claro, São Paulo, tem uma casa de frango chamada GOOD BOM!
Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil! E atenção! Cartilha do Lula! O Orélio do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. "Moicana": companheira que foi pra Cuba moer cana! Rarará! O lulês é mais fácil que o ingrêis. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje, só amanhã.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
Folha de São Paulo



quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Brasil na Antártida

DSC01397

A Antártida, na visão de muitos brasileiros, fica longe demais para merecer atenção. Há 26 anos, porém, o país sustenta o Programa Antártico Brasileiro (Proantar) com relativo sucesso. Após um quarto de século, o programa deu um salto quantitativo e qualitativo -o que é bom e útil para o Brasil, tendo em vista a proximidade do continente austral de 13,83 milhões de km2 e sua influência sobre o país.
No manto antártico encontra-se cerca de 90% da água doce do planeta, mas em estado sólido. Todo esse gelo exerce enorme influência sobre o clima da Terra. O Brasil, sétima nação mais próxima da Antártida, não poderia escapar dela.
Há indicações de que as frentes frias no Sul e no Sudeste, por exemplo, estejam diretamente relacionadas com o mar congelado em torno do continente branco. Na pior das hipóteses, os processos que lá ocorrem são tão importantes para o clima nacional quanto a Amazônia, mas bem menos conhecidos. Faz sentido investir na pesquisa antártica.
Manter um programa de investigação significativo, de resto, constitui exigência legal aos membros consultivos do Tratado Antártico, que entrou em vigor em 1961. O Brasil adquiriu essa condição em 1975, na esperança de exploração de jazidas de gás natural, carvão e petróleo na Antártida. Tal possibilidade foi suspensa pelo Protocolo de Madri, de 1991 (em vigor desde 1998), que designa o continente como "reserva natural, devotada à paz e à ciência".
O Proantar, criado em 1982, levou à instalação da Estação Antártica Comandante Ferraz na ilha Rei George, nas Shetlands do Sul. Fica na ponta da península Antártica, região mais próxima da América do Sul. Em seu entorno realiza-se a maior parte dos estudos científicos, muitos deles de caráter convencional e descritivo, como pesquisas populacionais sobre aves.
A latitude menos inclemente em que se localiza a estação, -62; o polo Sul está a 90- não propicia, contudo, condições adequadas para investigar o elemento onipresente na Antártida: gelo. Esse manto com espessura média de 1.829 metros está na base da pesquisa polar mais avançada, que lança mão das informações físico-químicas em microbolhas de ar nele seladas há dezenas, centenas, milhares ou milhões de anos, dependendo da profundidade. A pesquisa nacional com testemunhos de gelo era mínima.
Tal situação começou a mudar de modo decidido com o Ano Polar Internacional 2007/2008, que se encerra no próximo mês de março. Trata-se da quarta edição de um esforço internacional de pesquisa que envolveu 63 países e 227 projetos de pesquisa, 28 deles brasileiros, com participação de 30 instituições. Só o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) investiu R$ 28 milhões, a maior soma já aplicada na investigação antártica desde a criação do Proantar.
O ponto alto desse esforço foi a Expedição Deserto de Cristal, que reuniu sete pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro na primeira missão científica brasileira ao interior do continente. No centro da missão estava a obtenção de testemunhos de gelo na região dos montes Patriot e do monte Johns, 2.157 km ao sul da estação brasileira e a apenas 1.083 km do polo Sul.
Boa parte da análise do gelo coletado pelo grupo ainda será realizada no exterior, pela Universidade do Maine (EUA), mas também essa limitação cairá em breve.
No final de novembro, ao anunciar a criação de uma centena de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), o MCT consagrou dois dedicados à ciência polar: o INCT Antártico de Pesquisas Ambientais e o INCT da Criosfera. O segundo centro será coordenado pelo glaciologista gaúcho Jefferson Cardia Simões, líder da Expedição Deserto de Cristal, e contará com laboratórios frios para processamento dos testemunhos colhidos na Antártida e em geleiras andinas.
O biênio 2007/2008 pode entrar para a história como aquele em que o país passou a prestar a atenção devida à Antártida. Para isso, será preciso sustentar esses passos iniciais no interior do continente com a mesma determinação com que se conduziu o Proantar nos seus primeiros 25 anos -e com mais recursos.
Fonte : Folha de São Paulo, 19/1

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Questão Energética = Uma aula NOVINHA do Anglo

Entenda o Pré Sal


20 ano do terrível desastre Exxon Valdez no Alaska.



Os efeitos do desastre são sentido até hj pela população local.
Comunidades estão em desiquilíbrio, algumas foram extintas, o petróleo que sedimentou, interfere na alimentação dos animais que habitam o fundo do mar.

Há outro vídeo interessante é sobre a poluição na Amazônia Equatoriana provocada pela busca de petróleo. Vale a pena - http://www.youtube.com/watch?v=sJGMhndersg


Breve...slides da aula sobre ENERGIA...